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Monday, June 13, 2016

Alguém pode existir para um único ato?

Sensacional o episódio de Game of Thrones com as revelações sobre Hodor.
A vida de uma pessoa pode ser justificada por um ato específico para o qual ela foi criada?
Alguém pode viver toda sua vida em função dessa hora específica em que cumprirá sua missão, que é parte de um "plano" maior?
Questões filosóficas interessantes...

Thursday, February 20, 2014

Cinema

Vi no fim de semana "A menina que roubava livros". Gostei, dentro do esperado, dá pra chorar. [Tem um "errinho de continuidade" (?) no final que faz o filme virar "futurista".] Não é um "superfilme", mas a meu ver atinge perfeitamente o objetivo proposto, contando bem a história do livro nos limites possíveis de um filme.

Vi também "Ela", sem qualquer informação prévia sobre o filme. Excelente! Diferente, criativo, abre margem para muitas e variadas reflexões sobre diversos temas.

Sunday, January 20, 2013

Ah, essas sinopses...


Humm... Deve ser difícil escrever sinopses de filme, né? Olha só a sinopse de "Intocáveis" que tem saído na Gazeta:

"Um rico aristocrata que vive em uma mansão em Paris fica tetraplégico em um acidente e contrata um jovem para auxiliá-lo. Os dois acabam tornando-se grandes amigos e EMBARCAM NUMA GRANDE AVENTURA."

O destaque é meu. Não me lembro de eles terem "embarcado numa grande aventura" no filme. Mas certamente me lembro de ter visto essa mesma frase em outras quinhentas sinopses...

Wednesday, November 28, 2012

Dica de filme

Dica para o fim de semana: veja o filme francês "E se vivêssemos todos juntos?" Bom cinema "das antigas": bons atores, uma boa história, nenhuma explosão nem "efeitos especiais". Uma história sobre amizade, amor, fidelidade, velhice... Comovente.

Friday, April 27, 2012

FILMES...

Filmes a que assisti recentemente...


Primeiro, os filmes que vi em casa:

1) "Qual é o seu número?" Hummmm.... fraquinho, fraquinho... nota 5.

2) "Vestígios do dia": belo filme, com um ótimo Anthony Hopkins. Bom para levantar a reflexão sobre o que cada um faz com sua vida a partir dos caminhos que escolhe e das decisões que toma (que, muitas vezes, torna a pessoa cega para tanta coisa em volta de si!). Nota 8.

3) "Um beijo roubado". Interessante, diferente pela direção/edição/montagem. Dirigido por Kar-Wai Wong. Só o elenco já é um colírio: Jude Law, Norah Jones, Rachel Weisz, Natalie Portman... Nota 7.

4) "Segredo em família", com Robert Duvall (excelente) e James Earl Jones. Bonito filme sobre... família. Gostei, nota 8.

5) "A outra" - história das irmãs Ana e Maria Bolena e seu relacionamento com o rei Henrique VIII da Inglaterra. O figurino é bonito, o elenco de peso... mas não consigo engolir esses filmes retratando histórias de séculos atrás com personagens de trejeitos, falas e comportamentos típicos de hoje que certamente não tinham lugar naquele tempo... Nota 6.

No cinema:

1) "Espelho, espelho meu". Apesar da insuportável Julia Roberts, o filme deve divertir a criançada. Curiosa a cena em que o rei faz um discurso: "Pelo poder de que fui investido por.... mim!"... Já que se tratava de uma monarquia absoluta, o poder não vinha do povo. Se fosse uma monarquia medieval, seria "investido por Deus" - o que o filme não ia por, né? Daí a brincadeira... Nota 6.

2) "A separação". Sensacional. Merece todos os elogios que têm recebido. Nem gosto de elogiar muito, porque alguém pode ficar com grandes expectativas e não achar lá essas coisas... Mas para que ama CINEMA de verdade, feito com base em uma boa história, diálogos inteligentes, conflitos bem trabalhados, atuações convicentes e um final sensacional (que resume a mensagem do filme), é imperdível. O filme não tem "efeitos especiais", e a trilha sonora quase não aparece. Há tempos me apaixonei pelo cinema iraniano, desde "O balão branco", um de meus filmes prediletos, cuja lista agora inclui "A separação". Nota 10.

3) "Xingu". É um bom filme, com bela fotografia. Tem seus méritos. Boa mostra do que era a filosofia desenvolvimentista do governo militar e a ação dos irmãos pioneiros da proteção ao índio. E confirma João Miguel (do ótimo "Estômago", outro filme imperdível) como um dos melhores atores brasileiros da atualidade. Nota 7.

4) "Habemus papam". Uma ideia sensacional, mas mal executada. Se o filme seguisse mais a linha do drama, que é estragado pelo exagero da comédia, poderia ser um filme fantástico. Saí decepcionado por causa da expectativa que tinha, mas vale a pena assistir. A parte inicial, que mostra a pompa e a suntuosidade do Vaticano e do conclave, com cenas belíssimas, é de arrepiar. Pena que o filme mude de tom, pois faz tempo que não aparece um filme interessante sobre os bastidores da eleição de um papa. Nota 6 para o filme, mas a experiência de assisti-lo vale um 9. Aliás, vi na confortabilíssima sala VIP do novo Itaú do Shopping Crystal, em Curitiba.

5) "Jovens adultos". Mais um bom filme. Muitos adolescentes de "Operação X", quando crescem, podem tornar-se um homem como o protagonista de "Shame", ou uma mulher como a protagonista de "Jovens Adultos". Este é um bom retrato do jovem vazio, criado num ambiente hedonista, desacostumado a ouvir "não" - e que acaba não aprendendo a lidar com o mundo, já que este mundo não pode dar o que pede seu incrível egoísmo, um egoísmo exacerbado que faz de tudo e de todos meros instrumentos para satisfação de seus desejos.

Friday, April 06, 2012

Filme: "Projeto X"

Filme da semana: "Projeto X - Uma festa fora de controle". Fui ver sozinho, sem a companhia de meu filho, não porque a "censura" é 18 anos, mas porque vi num cinema um cartaz intimidador em letras grandes dizendo que era "absolutamente proibida a entrada de menores, mesmo acompanhados dos pais, por causa das cenas de sexo e drogas". Bem, então, fui preparado para ver uma comédia fraca (pela avaliação da Gazeta do Povo) e um pouco de sexo na tela grande (o que tinha visto em Shame, depois de muuuito tempo).

Conclusões:


1) Toda "censura", como sempre, é burra e ridícula. O filme tem quase zero de sexo. Se a classificação dele é 18 anos, então, American Pie deveria ser 21, pelo menos. Drogas? Nada diferente do que costuma aparecer em filmes tipo "sessão da tarde". De passagem: o filme "Drive", superviolento, com vários assassinatos de grande crueza (num deles, a vítima tem a cabeça esmagada a pisões), está classificado como impróprio para menores de 16 anos... Então, a violência extrema é totalmente aceitável, natural para um adolescente. Já o sexo, é coisa horrorosa, que deve ser proibida... A esse propósito, sugiro a leitura da crônica "O travesseiro de Lenny Bruce", de Luis Fernando Veríssimo (clique no título).

2) Achei o filme bastante relevante. É um retrato do comportamento e dos valores de muitos adolescentes de hoje, educados para o hedonismo e o egoísmo sem consequências. Tudo justifica a busca pelo prazer e pela diversão - que se resume a sexo e drogas. Não importam as consequências, nem o preço a pagar. Deve-se buscar o paroxismo da "diversão", sem se importar com os outros nem se preocupar com qualquer consequência. E quem faz isso ainda pode virar herói e ver sua popularidade "explodir".

Apesar dos naturais exageros de um filme anunciado como comédia, é assustador, pela mensagem que transmite. E que, pior, tem eco e verossimilhança. Recomendo o filme para quem tem contato com adolescentes. Pena que não pude levar meu filho - seria ponto de partida para ótimas conversas.

Tuesday, March 27, 2012

Meus filmes mais recentes

Meus comentários sobre filmes não têm qualquer pretensão de serem crítica especializada. Apenas uma opinião ligeira de alguém que a-do-ra ir ao cinema. Então, lá vão breves comentários sobre os que vi mais recentemente...

"Protegendo o inimigo" - Um filme honesto, que dá o que promete. Ação, tiros, explosões, correria, muita violência (nossa catarse cinematográfica...). Roteiro parecido com tantos outros, final igual a quase todos - mas, como diz minha colega Viviane Peixe, "o importante é a narrativa, não a história"...

"Jogos vorazes" - Para quem gosta de BBB, uma edição completa num só filme... Tem até o Boninho e o Bial. Mas nada de sexo, afinal, é para adolescentes! Se dizem que é o substituto do Harry Potter, está muito longo da riqueza das histórias do bruxo. É interessante a visão de futuro do filme: um mundo cheio de gente idiotizada, vivendo num regime ditatorial que dá circo, sem pão.

"Shame" - Pela primeira vez, minha impressão final vai no sentido oposto ao dos comentários sempre brilhantes do Marcio L. Santos (meu crítico predileto) em amoscabranca.com. Embora tudo que ele tenha dito sobre o filme "Shame" seja verdadeiro, a história me pareceu vazia, linear, chocha, sem revelações. Não acontece nada de inesperado. A situação-padrão de um viciado (qualquer que seja o vício) é sempre aquela retratada no filme. Não vi nada de novo ou diferente. A realidade é mais terrível que o filme. Quem já conheceu pessoas viciadas conhece o roteiro, sempre igual. Aliás, algo que me pareceu francamente mal colocado no filme é a cena em que ele cheira cocaína – isso tira totalmente a força do vício em sexo. Devo dizer também que fui influenciado pelo incômodo causado pelo ambiente do cinema: eu estava sozinho, cercado por casais jovens praticamente “se comendo” durante o filme, como se estivessem num filme pornográfico, numa espécie de “antiexpectativa” completa… Nada contra, adoro fazer o que eles fazem, mas nos locais e ocasiões apropriados. Os casais me pareceram francamente deslocados, o que me incomodou (assim como os ruídos típicos emitidos por eles durante o filme). Como pontos positivos do filme, as atuações e a capacidade de comunicar a angústia do protagonista.

"A condenação" - Gostei. Tem partes meio arrastadas, mas no geral vale a pena. Fazia tempo que não chorava no cinema - matei saudades das minhas lágrimas cinematográficas.

Outro bom filme é "Drive". O mais interessante é ver como um bom diretor pode dar o ritmo que deseja a um filme. O que mais me impressionou foi a qualidade da direção - além da boa atuação do protagonista.

"O artista" - Um belo filme, uma homenagem ao cinema, feita por um diretor que sabe o que é fazer um filme - tanto que fez um bom filme mudo e em preto e branco!

"A invenção de Hugo Cabret" - Outro belo filme, mais uma homenagem ao cinema (como "O Artista"). Vale a pena ver e divertir-se (sem esperar um "filmão", mas um filme bom de assistir). De passagem: é difícil fazer um filme com atores mirins, não é? Não é fácil achar alguém com o talento de um Haley Joel Osment, por exemplo (alguém que nos faça esquecer que estamos vendo um ator interpretando um personagem e prestar atenção apenas no personagem).

"Um dia" - Filme romântico com a Anne Hathaway. Nada de muito especial, mas assistível. Aliás, tem sim algo especial: Anne Hathaway, sempre agradável de ver.

"John Carter - Entre dois mundos" - OK, podem dizer que é totalmente inverossímel, cheio de falhas, elenco mais ou menos etc. etc.... Mas eu curti. Passei a infância lendo Edgar Rice Burroughs, e foi legal ver seus mundos fantásticos na telona em IMax 3D. Cinema é (também) diversão!

"Histórias cruzadas" - Tem cenas superexageradas? Tem. É permeado por passagens piegas? É. Assume vários "clichês"? Sim. Seus personagens são planos, talhados a partir de uma divisão maniqueísta de 100% bons x 100% maus? São. É um bom filme? Sim. E vale a pena assistir. Afinal, de tempos em tempos, precisamos de clichês, obviedades e exageros que nos lembrem algumas coisas importantes. Se isso é feito num belo filme, com algumas ótimas performances, melhor ainda.

Monday, January 30, 2012

FILMES

FILME DA SEMANA 1 - "Os descendentes". um bom filme. O bonitão Clooney está bem como sempre, mas quem rouba a cena com uma atuação impecável é Shailene Woodley, que faz a filha mais velha do protagonista (Alexandra). Daqui a poucos anos, vai "estourar", pois é jovem, bonita e ótima atriz. O problema do filme, um drama-comédia, é que alguns atores parece que acreditam estar numa comédia pastelão. Atuam como se estivessem, o que não está no texto e, acredito, nem na proposta da obra. Não estou falando dos personagens, que têm a dose certa de comédia, mas de alguns atores, como o sogro do protagonista. E não incluo entre eles o ator que faz Sid, pois ele coloca na sua atuação o tom adequado de comédia. Será um problema de direção? De qualquer modo, vale muito a pena ver o filme.

FILME DA SEMANA 2 - "Milleninum". O filme é bom, atraente. O diretor consegue manter a tensão do começo ao fim. É um policial-suspense como tantos, mas com boas atuações, bela fotografia, boa direção e alguns lugares-comuns. Claro que, graças ao meu renitente gosto pelos marginais, me apaixonei pela personagem de Rooney Mara, em ótima atuação.

FILME DA SEMANA 3 - "2 Coelhos" - NÃO LEIA SE NÃO QUISER ENCONTRAR "SPOILERS". Um filme interessante, curioso. Vale pela atuação brilhante de Fernando Alves Pinto, que faz o protagonista. Aliás, o elenco pouco conhecido (preparado, é claro, pela Fátima Toledo) é muito bom mesmo, com destaque para Marat Descartes (que nome!). Elenco tão bom que Alessandra Negrini destoa - é a mais fraquinha. O roteiro é tão intrincado que, para entendê-lo bem, é melhor ver o filme duas vezes. O filme, é claro, tem suas falhas... Todos os personagens mais importantes são bandidos, amorais e/ou imorais. O que seria aceitável, mas não é o normal, especialmente no que diz respeito ao personagem Wagner, que de vítima se transforma em criminoso. Mas o mais difícil é aceitar que a personagem de Alessandra Negrini seja tão desejada, por quatro homens diferentes. Nem a atriz, nem a personagem (sem-vergonha, corrupta e interesseira) dão pra tanto... Que presente de grego Edgar dá a Wagner: uma mulherzinha daquelas, com uma filha de outro no ventre... Presente de grego. A ideia do filme lembra "7 Vidas" - que desenvolveu a ideia bem melhor... E o deputado corrupto não parece nosso ilustre ministro Paulo Bernardo? Mera coincidência? Ou estou enxergando demais?

Saturday, December 17, 2011

Cinema - 2

Não gosto muito do gênero terror. Entretanto, para ter a sensação do medo em situação controlada - objetivo dos filmes de terror, andei procurando um terror bom. Não achei, todos são mesmo é muito "trash". Vi "Atividade paranormal": um tédio, um roteiro ridículo.

Peguei então "A bruxa de Blair" - a que ainda não tinha assistido! - na esperança de encontrar algo bom. Santo Deus! É lastimável...

Em primeiro lugar, os personagens são patéticos. Gente muito muito burra. Pobre da faculdade de Cinema que os acolheu - um amostra de que nos EUA deve ter faculdadezinha furreba. Os coitados não sabem usar uma câmera, não são capazes de captar uma imagem decente - e olha que tinham uma filmadora de película! Não conseguem consultar uma bússola. Não sabem sequer que, quando alguém está perdido na mata e encontra um rio, deve seguir o curso do rio que inevitavelmente achará uma saída.

A única coisa de aterrorizante no filme é a burrice dos personagens. Realmente, um horror!

Cinema

Adoro cinema! Vejo de tudo, do blockbuster ao cult, quase todos no IMax 3D (uma experiência sensorial), filme romântico, de ação, suspense, animação.

Neste ano, vi alguns filmes ótimos: "Meia-noite em Paris", "A pele que habito", "O palhaço"... E hoje, outro muito bom: A chave de Sarah.

Quando quero um filme mais denso, eles geralmente estão no Cineplex Batel, onde os filmes, felizmente, ficam várias semanas em cartaz. Foi onde vi "A chave..." e também "Esses amores", outro filme muito bom.

Friday, January 14, 2011

“Bombas” cinematográficas

Na semana passada, fui traído por duas “bombas” cinematográficas. Na TV a cabo, assisti ao filme “Os esquecidos”, atraído pela sinopse (mãe acredita que teve um filho que morreu aos nove anos, mas seu marido e seu analista dizem que foi tudo imaginação dela) e pelo bom elenco (Juliane Moore era a protagonista). Um filme horroroso! Vai muito bem até que se descobre a razão do sumiço do filho: abdução por alienígenas para fins de pesquisa...

Na Cinemateca, fui ver “Tônica dominante”, filme nacional, exibido dentro da programação da Oficina de Música. O filme tem 80 minutos, cheguei uns três minutos atrasado e aguentei assistir a menos de 45 minutos, dos quais devo ter cochilado uns 15. Outra “bomba”...

Thursday, November 04, 2010

Cinema no feriadão

Tomei um "porre" de cinema no feriadão. Vi seis filmes. Só um merece referência: o belo "Suprema felicidade", de Arnaldo Jabor.

Merecia melhor elenco e melhores atuações de vários atores (que contrastam com algumas participações ótimas). Mas é bonito, pela nostalgia. Deixa alguma coisa a povoar a alma, aquela espécie de tristeza agradável de quando se olha para o passado.

De passagem: já que a Sousa Cruz está entre os principais patrocinadores, é claro que os personagens fumam desbragadamente. É o mal disfarçado merchandising contemporâneo.

Saturday, October 23, 2010

TROPA DE ELITE 2 E OUTROS FILMES

Assisti ao Tropa de Elite 2. Um filmão, diferente do primeiro e bem melhor. O que mais espanta é que a verossimilhança do filme é tal que quase chega a veracidade. As semelhanças com a realidade não são meras coincidências... Imprescindível, não dá para perder.


Vi recentemente outros três filmes (estes em DVD):

- Um sonho possível: mais um filme sobre o “sonho americano”. “Bonzinho”, assistível. Sandra Bullock levou o Oscar por sua atuação nesse filme – de onde deduzo que a safra do ano deve ter sido fraca...

- As melhores coisas do mundo: filme nacional de Laís Bodanzky, muito bom. Tinha lido algumas críticas favoráveis, mas o filme não foi muito badalado na mídia. Trata do universo adolescente – é altamente recomendável para quem tem alguma ligação com esse universo. Atuações surpreendentemente boas de um elenco muito jovem. Vale a pena ver.

- Invictus: com Morgan Freeman e Mat Damon, este foi muito alardeado na mídia. Também merece ser visto, especialmente por retratar a personalidade de uma pessoa absolutamente fora de série como Nelson Mandela. Por mais que o filme possa ter idealizado a história, qualquer idealização faz jus à figura magnífica de Mandela.

Monday, December 28, 2009

Avatar

Fui ver “Avatar” no IMax. Personagens “planos”, roteiro bem fraquinho, previsível, cheio de lugares-comuns. Visualmente deslumbrante.

A sétima arte pode fazer, basicamente, duas coisas: 1) contar uma boa história; 2) encantar a visão. Avatar cumpre maravilhosamente o segundo item, embora deixe muito a desejar no primeiro.

Mal comparando, é como num quadro: uma pintura abstrata pode ser linda e arrebatadora, mesmo sem “contar uma história”, assim como uma cena histórica importante, por exemplo, pode ser retratada com maior ou menor habilidade pelo pintor e ficar mais ou menos bonita.

Avatar é assim: uma história óbvia e sem graça que serve para apresentações visuais fantásticas. Resumindo: é um filme que merece ser assistido por quem gosta de ver coisas belas.

Friday, December 11, 2009

Cinema

Estou de volta, depois de um longo tempo... Final de ano é fogo: muitas provas e trabalhos para fazer (como aluno) e corrigir (como professor). É difícil manter a “identidade dupla”... E ainda tive viagem, morte inesperada na família, muita coisa acontecendo...

Estive em São Paulo e aproveitei para assistir ao filme “É proibido fumar”. Bonzinho. O mais interessante do filme é a ótima atuação do Paulo Miklos.

Em Curitiba, fui finalmente conhecer a sala IMAX. Paguei R$ 15,00 (meio ingresso) para ver “Os fantasmas de Scrooge”. Foi barato. Simplesmente espetacular, uma das experiências estéticas mais fantásticas que já tive. Bem, a história do filme é tão conhecida como a Paixão de Cristo (um aluno meu, gozador, reclamava que um dia foi ao cinema ver a Paixão de Cristo e “um estraga-prazeres contou antes que o cara morre no final”), mas o filme em 3D IMAX é de uma beleza estonteante. Inesquecível. Saí do cinema com vontade de voltar no dia seguinte. Talvez volte, para ver de novo o mesmo filme. E já estou esperando ansiosamente por “Alice no País das Maravilhas” e o novíssimo “Avatar” (que, segundo noticiou hoje o UOL, “arrebatou a crítica”) - ambos estarão disponíveis na tecnologia 3D IMAX.